NÃO GOSTO DE TROTES!
Conhecido pelo humor afiado e pelas pegadinhas por telefone, Iran Thieme, intérprete do Santos no programa do Ratinho, revela um lado que poucos conhecem sobre si, sua carreira e os bastidores da televisão. “Eu acho o trote uma bosta, não tem nada de arte”, dispara. Apesar da fama ligada às brincadeiras, o humorista é firme ao dizer que não gosta de trotes.
Entre reflexões sobre sua trajetória, arte e superações, Iran mostra como o bom humor e a força de vontade o impulsionam a ser uma pessoa e um profissional melhor. “Fico feliz quando conto uma piada e um ou dois me dizem: ‘deixei de tirar minha vida por sua causa’. Não preciso de quantidade, mas de fazer a diferença”, afirma.
Em entrevsta ao jornal acadêmico Jornal das Seis, o humorista conta que foi trabalhar no SBT a convite do apresentador Carlos Roberto Massa, mas conhecido como Ratinho; junto a mais cinco artistas que já estavam no palco, Iran decidiu criar um novo personagem para ser apresentado, que hoje conhecemos como Santos, porém ele tomou a decisão inesperada de esconder o próprio rosto que segunto o humorista falou para o apresentador: “Ratinho, eu vou cobrir a cara porque se der merda eu saio de fininho e ninguém sabe quem é quem, não me queimo, né”.
Após seis meses sem entrar no palco por decisão da diretoria do programa, Iran estudou o personagens de seus colegas para a criação do se.u no qual quem escolheu o nome foi o apresentador, ele conta que a decisão foi tomada dentro do camarim onde Ratinho disse: “vai se chamar Santos! Pra ser o sobrinho do Silvio Santos e não poder te mandar embora”. Aí a bost@ começou, porque eu não podia ir em lugar nenhum que todo mundo me lambia, porque eu era o “sobrinho do Silvio Santos”. Disparou o humorista, e assim se formou o personsgem bastante conhecido pelos trotes telefonicos.
Segundo Iran ninguèm tinha feito trotes telefonicos ainda em rede nacional, porém foi 1986 que ele de fato começou a fazer trotes na rádio, ao se lembrar disso em 1999 o apresentador deu a ideia de começarem a trolar as pessoas na televisão. Ele ainda, conta que faz trote com menas frequência atualmente, mas na épocca foram 27 processos de quase 600 trotes realizados; conta que notou a produção ligando para os participantes antes da brinadeira falando "Vai alguém te zoar, é o Santos", porque eu notei que eu falo, falo, falo e a pessoa já
manda tomar no c#. Tem alguma coisa errada, né?. Afirmou o artista.
Em relação a fazer de realizar esse tipo de pegadinha, o humorista deixou a sua opinião bem clara; "Mas eu não considero o trote uma arte, as pessoas falam que é uma arte de dominar você improvisar. Eu não sei o que eu vou falar, eu não penso, sai na hora e quando eu ligo para4 pessoas, vou intercalando e ponho os temas para eu poder voltar e não me perder, senão eu misturo, não é Alzheimer, é muita gente. Muitos não aprovam, mas eu acho o trote chulo."